quinta-feira, 31 de maio de 2007

Compartilhando...

O meu amigo Wellington Farias me mandou um post interessante pelo Orkut.

"Relatório do TCE detalha irregularidades na gestão de Severino Paiva na Câmara de JPSomente no mês de dezembro de 2005, na gestão do vereador Severino Paiva (sem partido) na Presidência da Câmara Municipal de João Pessoa, as despesas empenhadas e pagas pela Casa superam o que foi gasto com este mesmo item ao longo de todo exercício de 2003. Com um detalhe: a única favorecida foi a Mix Comércio Agência de Propaganda e Publicidade Ltda."

Para quem não sabe, a Mix vem a ser a Agência de Propaganda e Publicidade do Governo.

A matéria dele, que o Severino teima em chamar de apócrifa, pode ser lida aqui.

segunda-feira, 28 de maio de 2007

Já que falamos no Japão...


À moda japonesa

"Ministro japonês envolvido em escândalo se enforca

O ministro da Agricultura, Florestas e Pesca japonês, Toshikatsu Matsuoka, morreu hoje após se enforcar em um edifício residencial para parlamentares em Tóquio, informou a agência local Kyodo.

Segundo fontes policiais, o ministro japonês, imerso em um escândalo por suposta má administração de fundos públicos, foi encontrado enforcado e encaminhado a um centro hospitalar, onde foi internado desacordado e com parada cardíaca."


- Se no Brasil chegasse essa moda passaríamos por uma boa renovação...

sexta-feira, 25 de maio de 2007

Passou vergonha

Na reunião agendada entre os prefeitos de Santa Rita, Campina Grande, João Pessoa, o governador Cássio Cunha e a Casa Civil da Presidência da República ontem (24) para discutir o Plano de Aceleração do Crescimento (PAC), o “menino Cássio” perdeu uma ótima oportunidade de ficar calado.

Mesmo com a frase “encontro de trabalho (assim mesmo em negrito) onde não poderão entrar assessores nem parlamentares” escrita no convite, o governador paraibano chegou, se arrumou e iniciou um discurso.

Mas ele foi interrompido, ainda no início de sua falação pela secretária de Relações Institucionais da Presidência da República, Mirian Belchior, que disse: “doutor, nós estamos aqui para tratar de assuntos sérios e não discursar” e depois ainda disse aos jornalistas que estavam do lado de fora: “o governador quis transformar um encontro de trabalho num encontro político, mas isso logo foi contornado”.

Diz que nessa hora, como fazem os meninos que vêem um colega tomar um sermão, os prefeitos Ricardo Coutinho e Veneziano Vital se riam e cochichavam mangando do governador que não percebera que estava entre técnicos e não entre eleitores ou puxa-sacos.

sexta-feira, 18 de maio de 2007

Parece piada

A (in)segurança no Estado da Paraíba anda criando situações inusitadas. Depois de trotes de falso seqüestro (link) e presos ajudando policias em operações de despejo (link), uma repórter tomou um belo susto esta semana, quando ligou para uma cadeia pública e foi atendida por um dos presos.

- Alô, é da cadeia pública?
- Sim, é sim.
- Quem fala? É o delegado?
- Não, eu sou um dos presos.
- ...
- Sou um dos albergados, estou saindo agora e este telefone é o orelhão que fica em frente à cadeia. Lá não tem telefone, não.

Depois de se recuperar do susto, ela percebeu que o caso é simples de entender e que é, inclusive, corriqueiro. Muitas delegacias e cadeias públicas não têm telefone e fazem uso do orelhão mais próximo para se comunicar.

Neste caso específico, o “bom samaritano” que atendeu o telefone era um preso que cumpre pena semi-aberta e estava deixando a cadeia naquele momento. Mas imagine se este ou outro “atendente” qualquer resolvesse se passar pelo delegado? Quanta segurança.

Este caso me lembrou um outro pelo qual eu mesmo passei: na redação recebemos a notícia de que havia uma rebelião em um dos presídio do Estado. Rapidamente eu liguei para lá e uma funcionária atendeu:

- Bom dia, soubemos que está havendo uma rebelião aí e que há reféns. Isso procede?
- Está havendo uma confusão aqui sim, mas não estou sabendo de reféns não.
- Tem certeza? A fonte é confiável. Não tem como a senhora dar uma volta e descobrir se não há reféns em algum setor?
- Não posso porque, aqui na nossa sala, nós estamos trancados por fora e a confusão é aqui fora...

sábado, 12 de maio de 2007

Saúde

Não, ninguém espirrou. Mas é que esta semana uma coisa curiosa aconteceu nesta área. Como num hospital que atende pelo SUS e vive lotado e sem remédios o grande hospital da Unimed em João Pessoa colocou uma placa na porta de sua Urgência: "Não há vagas".

Engraçado, ou triste... muita gente parte para uma cara opção de ter um plano particular de saúde para escapar das filas da morte e dos desestruturados hospitais que são pagos pela previdência e acaba se deparando com uma placa como esta.

Tive uma idéia, dessas que a gente conta, mas não executa. A idéia era dar um pulo no hospital e completar a menssagem. Na minha opinião a placa deveria ser assim: Não há vagas, mas mesmo assim cobraremos sua mensalidade.

domingo, 6 de maio de 2007

Jornalista que denunciou aliciamento é morto em SP

O jornalista Luiz Carlos Barbom Filho, 37 anos, que denunciou o esquema de aliciamento de menores em Porto Ferreira, no interior de São Paulo, foi assassinado a tiros na noite de ontem. Segundo a Globonews, o crime foi em frente a um bar ao lado da rodoviária da cidade.

De acordo com a polícia, o jornalista estava em uma mesa na calçada quando dois homens chegaram e atiraram. Alcides Marcílio Catarino, que estava com Barbom foi atingido por estilhaços e levado para o pronto-socorro. Os dois assassinos fugiram.

O jornalista denunciou o esquema de aliciamento de menores envolvendo quatro empresários, cinco vereadores e um garçom de Porto Ferreira em agosto de 2003. Na época, eles foram presos acusados de participarem de festas com menores.


Fonte: Terra

- Mais um jornalista que morre por fazer seu trabalho.