terça-feira, 26 de junho de 2007

São João em Patos é muito bom!

Meu amigo Wellington Farias não perdoa... quem diria que essa história poderia ser publicada. Aliás, ela pode? Vamos à história:

Filho do governador preso no São João de Patos

Um filho do governador Cássio Cunha Lima (PSDB) foi detido pela Polícia por volta das 21h da noite da última sexta-feira (23) em Patos. Ele estaria praticando desordens em via pública, mas foi liberado logo em seguida sem que a autoridade policial tenha registrado a ocorrência.

Segundo o Portal Correio apurou, o rapaz (que diante da possibilidade de ser menor não terá seu nome revelado) estava embriagado, alterado e fazia menção de querer urinar na rua, na vista de todos. Policiais foram chamados e teriam algemado o filho do governador, levando-o para a Delegacia num camburão.

O jovem estava hospedado na casa do prefeito Nabor Wanderley (PMDB), que confirmou o fato ao Portal no início da noite desta sexta-feira (25) e acrescentou ter ido pessoalmente buscar “o menino”, que ainda na Delegacia recebeu demorada reprimenda do pai, por telefone.

Nabor procurou amenizar o impacto da informação, dizendo que “não houve nada demais” a não ser “coisa de adolescente, um incidente simples”. Perguntado se o filho do governador tentara urinar na via pública, o prefeito negou. “Não, ele estava com uns amigos que foram para um canto reservado da rua e queriam urinar, quando alguém reclamou”, garantiu.

O Portal Correio tentou manter contatos com a delegada Iumara, que estava de plantão quando o fato aconteceu, mas ela não foi localizada. O superintendente de Polícia, Marcos Vasconcelos, também não. O agente Douglas, que atendeu ao telefonema do repórter, quando soube do que se tratava, limitou-se a dizer que “esse tipo de informação só com o delegado mesmo”. Mais tarde, por volta de 21 horas, através do MSN a delegada disse que embora estivesse de plantão, não tomou conhecimento do fato e que o caso estava sob a responsabilidade do delegado Erilberto.

Procurada, a Assessoria de Imprensa da Secretaria de Segurança Pública reagiu como se de nada soubesse. Comprometeu-se a se inteirar do ocorrido com a Superintendência de Policia, mas não deu retorno nem atendeu às ligações seguintes feitas pelo Portal.

Confira a matéria original no link:
http://www.portalcorreio.com.br/noticias/matler.asp?newsId=2601

sexta-feira, 22 de junho de 2007

A máquina somos nós

Este vídeo é uma reflexão sobre o que é a Internet. Foi feito por um professor americano e ganhou uma versão em português traduzida e editada por alunos da USP.

Vale a pena conferir:


sábado, 2 de junho de 2007

Na abertuda do São João de Campina tinha ou não tinha polícia?

Num esforço de desacreditar o movimento de greve dos policiais civis, o secretário de Segurança do Estado, Eitel Santiago e o comandante da PM, o coronel Lima Irmão, se cercaram de dois assessores e três policiais civis. É bem verdade que haviam vários policias militares também, mas a ausência dos agentes civis era tão clara que até o nosso amigo Ainoã Geminiano, que é jornalista e assessor de imprensa da Secretaria, estava “fardado” de policial civil.

Com uma roupa preta e um boné “da corporação”, ele acompanhava as autoridades que, eles sim, rodaram o Parque do Povo a noite inteira. Mas não era porque estava vestido de polícia que ele não estava em sua função. Acompanhado de um outro assessor, ele fazia fotos o tempo todo e, com isso, aumentou as chances de a gente acreditar que a festa estava, de fato, cheia de agentes civis.

Mas na verdade, os poucos policiais civis que vi estavam cercando estas autoridades, fora isso, tinham mais alguns “jaquetados” nas delegacias móveis implantadas nas saídas do Parque. Na arenga entre grevistas e Estado, não sei dizer quantos policiais havia na festa, mas posso garantir que o secretário Eitel, acompanhado por Lima Irmão bateu os quatro cantos ontem à noite.