domingo, 4 de julho de 2010

Acabou a Copa, agora, Eleições

Uma vez que o Brasil saiu da Copa, já é possível voltarmos a discutir coisas banais como o destino da nação e dos estados. As eleições estão em cima e as alianças e rompimentos estão no ápice. Abaixo, algumas considerações a respeito das convenções que aconteceram há pouco.

O que sobrou
Dizem que a adesão de Rômulo Gouveia à chapa de Ricardo Coutinho foi mais comemorada na convenção do PMDB que na do PSB.

Negociando
Damião Feliciano é um homem sem coração. Entre divisão de curral eleitoral e maletas recheadas, esperou até o último minuto para fechar apoio.

De novo
Ney Suassuna, que sempre competiu com Efraim por vaga no Senado, agora quer derrubá-lo também da chapa de Ricardo.

Quem não divide...
Maranhão é tão apegado ao poder, que não dá nem "15 minutos de fama" aos seus vices. Talvez por isso tenha tido tanto trabalho para conseguir um desta vez.

Não vingou
Em tempos de Ficha Limpa, foi estranho ver os dois principais palanques formados com a participação de Cássio, Efraim, Ney, Marcos Odilon, Roberto Cavalcanti e Domiciano Cabral.

Amigos da garotada
Outra coisa interessante foi ver que Lula e Dilma são uma espécie de unanimidade por aqui. As duas convenções tinham poster gigantes dos candidatos ao governo do estado ladeados pelas figuras da campanha nacional.

sábado, 3 de julho de 2010

No funfo, no fundo...

A confusão das cores traz situações inusitadas nos momentos eleitorais. Veja que entre "amarelos", "laranjas" e "azuis", há quem, no fundo, no fundo, ainda use o vermelho.


A foto é do fotojornalista Felipe Gesteira que tem outras imagens muito legais no blog dele. Clique aqui e conheça.

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Gilmar Mendes, sempre ele

Mais uma vez o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes ganha destaque na mídia por suas decisões. Não me recordo de nenhuma boa, mas aqui via mais uma das entram na lista das piores.

Ele concedeu liminar que suspende o efeito da lei da ficha limpa para o senador Heráclito Fortes (DEM-PI), condenado pelo Tribunal de Justiça do Piauí (TJ-PI) por usar publicidade institucional para promoção pessoal quando era prefeito de Teresina.

Com isso ele abre uma brecha que pode garantir que nenhum político caia na "malha" desta nova lei. Em outras palavras, ele invalidou a lei que movimentou 1,6 milhão de cidadãos que pretendiam afastar das eleições os políticos que tivessem condenações judiciais.

A Lei da Ficha Limpa determina que pessoas condenadas pela Justiça em decisão colegiada em processos ainda não concluídos –como é o caso da ação no Tribunal de Justiça– não podem ser candidatas. A regra vale para condenações acontecidas mesmo antes da vigência da lei.